#Polícia | O ex-deputado estadual por Goiás, Iram de Almeida Saraiva Júnior, de 50 anos, foi solto neste sábado (04/10) após decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Ele havia sido preso na última quarta-feira (01/10), suspeito de estuprar a filha de 2 anos. A informação é do jornal O Popular.
A prisão foi realizada por agentes da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PC-RJ), na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital fluminense, por meio da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV). Iram, que é natural de Goiânia, atualmente trabalha como médico no Rio de Janeiro.
O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) informou que tomou conhecimento do caso e está apurando os fatos.
De acordo com a polícia, as investigações se basearam em depoimentos de testemunhas, relatórios de um pediatra e de um psicólogo, além do relato da própria criança, colhido em oitiva especial. A denúncia teria sido feita pela mãe da vítima em março deste ano.
Durante a investigação, a Justiça havia concedido medidas protetivas à vítima e determinado o cumprimento de mandado de busca e apreensão contra o suspeito, ocasião em que o celular dele foi levado para análise.
Em setembro, Iram chegou a obter um habeas corpus preventivo para evitar a prisão. No entanto, após mais de seis meses de apurações, ele acabou sendo preso em casa. A revogação do habeas corpus não teve detalhes divulgados.
Nota da defesa de Iram Saraiva Júnior
O médico Iram Saraiva, vítima de uma grave acusação falsa que abalou profundamente sua honra, foi colocado em liberdade por decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Na liminar que determinou sua soltura, a desembargadora relatora registrou que “até aqui não há prova da existência do crime nem indício suficiente de autoria”.
A liberdade de Iram representa uma grande vitória dos princípios constitucionais da presunção de inocência e da dignidade humana.
A defesa reafirma sua confiança na Justiça e tem plena convicção de que, ao final do processo, a inocência de Iram Saraiva será definitivamente reconhecida.
Fonte: Jornal O Popular






